
Slipknot lançou o aguardado 'The End, So Far' sétimo álbum da banda.
O álbum que é o primeiro trabalho deles desde o 'We Are Not Your Kind' de 2019 que foi um excelente trabalho da banda e que gerou muita expectativa para seu sucessor.
Taylor disse que o álbum é um desenvolvimento natural do álbum de 2004, 'Vol. 3: (The Subliminal Verses)' e que representa uma era mas que ainda não é o fim do Slipknot.
Diferente de tudo que a banda já fez, o The End, So Far soa como algo novo vindo do Slipknot mas que ao mesmo tempo não perde a essência como em faixas 'The Chapeltown Rag', 'The Dying Song (Time To Sing)' e 'Yen' sendo as faixas que haviam saído antes do álbum que nos deu a entender que seria um álbum bem hardcore. Abrimos com 'Adderall' que transita entre os pensamentos de onde devemos ir e em seguida as já citadas.

'Hive Mind' é um dos destaques do álbum. 'Warranty' e 'Medicine for the Dead' sendo as melhores do álbum em primeiras impressões ao lado de H377 e 'Heirloom'.
'De Sade' tem um instrumental surreal de bom e acabamos o álbum com 'Finale', uma balada com os vocais de Corey Taylor em grande destaque.
Em geral é um ótimo álbum que vai satisfazer os fãs que surgiram depois de 2010 e talvez deixar os antigos um pouco com a expectativa de que queria mais. O que não faz mal algum para o álbum que além das criticas que talvez venha receber dos fãs, The End, So Far vai se tornar um dos grandes clássicos na discografia da banda daqui uns anos.
Ouça o novo álbum:


